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O presente de nó.

O lar muito antes de ser um ambiente é você. Levar aconchego para ele é aconchegar seu coração. Os seus olhos percorrem as paredes dia após dia. E tem dia que o nó aperta no peito. Mas tem dia que o nó da garganta voa com a gargalhada. O importante é viver cada fase sem pular etapas. A razão do ateliê é lembrar de sentir o presente.

 

Olhar para as peças Raro é saber que a corda desenrola aos poucos e se transforma. Feitas com toques precisos e repetitivos, mostra o potencial da persistência. Nó após nó, sem pular nenhuma respiração e acalmar.

 

Uma peça feita com o toque das mãos é Raro. Decorar para não esquecer.

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